LÂMINA
Quando teus olhos me falam
O que a tua boca teme revelar
Silenciosos sons se espalham
Como facas suspensas no ar.
Nossos corpos levitam entre elas
Num eminente perigo de morte
Como a chama de uma só vela
No apelo do aperto mais forte.
E nem mesmo o medo do corte
Silenciosa lâmina de teu ser
Impede que me atire sem que me importeMorrer em teus braços é tornar a nascer
Quando teus olhos me falam
O que a tua boca teme revelar
Silenciosos sons se espalham
Como facas suspensas no ar.
Nossos corpos levitam entre elas
Num eminente perigo de morte
Como a chama de uma só vela
No apelo do aperto mais forte.
E nem mesmo o medo do corte
Silenciosa lâmina de teu ser
Impede que me atire sem que me importeMorrer em teus braços é tornar a nascer

2 comentários:
Muito Bom!!!!
Sucesso com o Blog!!!!
Bjs
Lula
só falta o tango do astor piazolla ao fundo e deixar a imaginaçao fazer o resto show minha poetisa predileta!!!!!!!!!!!!
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